Sugerimos os materiais necessários para a confecção do brinquedo, como brincar e os objetivos. É claro que poderão ser feitas adaptações, de acordo com os objetos disponíveis, as condições de realização e as necessidades identificadas pelo educador.
BEM-VINDOS
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quinta-feira, 26 de março de 2020
ALIMENTE OS ANIMAIS
VOCÊ IRÁ PRECISAR DE UMA CAIXA (TIPO SUCRILHOS). COLE UM ANIMAL NA FRENTE E VAZE A BOQUINHA. RECORTE OS ALIMENTOS.
AÍ É SÓ SE DIVERTIR...
segunda-feira, 23 de março de 2020
domingo, 15 de março de 2020
sábado, 14 de março de 2020
10 DICAS PARA AJUDAR NO PROCESSAMENTO SENSORIAL EM CRIANÇAS COM SELETIVIDADE E RECUSA ALIMENTAR
10 DICAS PARA AJUDAR NO PROCESSAMENTO SENSORIAL EM CRIANÇAS COM SELETIVIDADE E RECUSA ALIMENTAR
por Ana Elizabeth Prado Crefito 3/1670 TO
Para compreender melhor leia o post Crianças com seletividade e recusa alimentar - uma questão de processamento sensorial Estas dicas servem para qualquer criança que apresente sinais de Disfunção de Processamento Sensorial.
1-"Alimente o corpo" . -valorize a experimentação do corpo todo integrado aos sentidos vestibular, proprioceptivo, visual e auditivo de maneira criteriosa. Isto faz parte do programa da terapia de integração sensorial e deve ser orientado para a família seguir a "dieta sensorial" necessária para cada criança. -ofereça todo dia brincadeiras sensoriais que convidem a criança a explorar seu corpo e o ambiente de várias maneiras para conhecer e ampliar seu repertório sensorial.
2-"Mexa com as mãos". Um caminho para chegar à boca Favoreça momentos lúdicos prazerosos de exploração tátil com diversos materiais, comestíveis ou não. - massinha, argila, tinta. Papéis e tecidos com texturas diferentes que podem estar no ambiente e revestindo objetos que a criança usa no cotidiano - farinhas, grãos, sementes, gelatina, mingaus coloridos, frutas. Mexer em alimentos secos e molhados, sólidos e pastosos, podendo fazer "melecas", de acordo com as possibilidades da criança. Mas tenha por perto um pano se ela quiser se limpar a qualquer momento. - faça brincadeiras de transformação junto com a criança: uma farinha que vira mingau. Uma aveia que vira um biscoito. - brinque de achar brinquedos dentro de uma caixa com grãos. Use meias para brincar para fazer fantoches. - brinque de faz de conta simulando alimentar bonecos, fazendo comidinhas sensoriais.
3-"Alimente os olhos". -Muitas crianças com dificuldade na sensibilidade tátil começam a explorar os alimentos pelos olhos. Podendo ser uma forma de acomodação ao estímulo tátil. -crie bons hábitos alimentares com a família que a criança possa ver o modelo das outras pessoas. -mostre a preparação dos alimentos. De qual fruta se faz o suco? -faça combinações divertidas dos alimentos para deixar a refeição convidativa. Para alguns pode ser interessante os alimentos de cores contrastantes. Pesquise e experimente.
4- "Respeite o tempo" -sempre comece pelo que a criança gosta e consegue suportar. Se no começo ela só conseguir olhar e não tocar, respeite. -ou se for preciso deixe comer os alimentos separados e em quantidade menor. -para alguns é necessário um tempo maior e um certo modo para conseguir processar as informações. -valorize sempre os mínimos progressos. Eles podem aumentar!
5- "Prepare a boca" -antes das refeições, se for possível, estimule brincadeiras orais com cantigas e expressões faciais diferentes -ofereça bolinhas de sabão, apitos ou outros brinquedos de sopro -se a criança permitir faça toques com pressão na região oral -use vibradores orais em contexto de brincadeira.
6- " Prepare para as mudanças" -coloque algum elemento novo naquela brincadeira conhecida, de acordo com o nível e faixa etária da criança. Quanto mais ela aprender a se adaptar às diferenças mais terá recursos internos para amadurecer a auto-regulação.
7- " Prepare o ambiente" -a partir do perfil sensorial da criança faça as acomodações necessárias ao ambiente para evitar momentos de desorganização. -apresente cartelas visuais preparando a sequência da rotina. Elas ajudam a muitas crianças a preverem o que vai acontecer e acomodar uma possível ansiedade. -deixe o ambiente tranquilo. Preste atenção ao que a criança não gosta além da comida. Por exemplo, para crianças que se incomodam com barulho alto não ligue o liquidificador no momento da refeição.
8- " Ritualize" -deixe sempre definido a hora, duração e local da refeição. Que seja de preferência sentado à mesa, com os pés apoiados. Evite ligar a TV ou aparelho eletrônico. -coloque regras claras. Principalmente quanto ao item de qualidade alimentar. Procure não oferecer líquido antes da refeição e nem guloseimas substituindo a refeição para não interferir no apetite.
9- "Valorize a independência " -incentive a participação ativa da criança mesmo que seja possível só em curtos períodos. Tente favorecer a imagem e sensação do movimento de alimentar-se sozinha, fazendo junto com ela e organizando a ação.
10- " Prepare-se". Não é fácil para algumas famílias. Busque em você uma atitude de auto conhecimento e aceitação do que for possível. Ao mesmo tempo alimente o vigor para continuar os desafios. Reserve um tempo para cuidar de você também. Lembre-se: cada momento lúdico e de prazer é um passo para a autonomia, para qualquer um, no nível que puder ser!
Fonte: http://terapiaocupacional-bethprado.blogspot.com/2013/08/10-dicas-para-ajudar-no-processamento.html
por Ana Elizabeth Prado Crefito 3/1670 TO
Para compreender melhor leia o post Crianças com seletividade e recusa alimentar - uma questão de processamento sensorial Estas dicas servem para qualquer criança que apresente sinais de Disfunção de Processamento Sensorial.
1-"Alimente o corpo" . -valorize a experimentação do corpo todo integrado aos sentidos vestibular, proprioceptivo, visual e auditivo de maneira criteriosa. Isto faz parte do programa da terapia de integração sensorial e deve ser orientado para a família seguir a "dieta sensorial" necessária para cada criança. -ofereça todo dia brincadeiras sensoriais que convidem a criança a explorar seu corpo e o ambiente de várias maneiras para conhecer e ampliar seu repertório sensorial.
2-"Mexa com as mãos". Um caminho para chegar à boca Favoreça momentos lúdicos prazerosos de exploração tátil com diversos materiais, comestíveis ou não. - massinha, argila, tinta. Papéis e tecidos com texturas diferentes que podem estar no ambiente e revestindo objetos que a criança usa no cotidiano - farinhas, grãos, sementes, gelatina, mingaus coloridos, frutas. Mexer em alimentos secos e molhados, sólidos e pastosos, podendo fazer "melecas", de acordo com as possibilidades da criança. Mas tenha por perto um pano se ela quiser se limpar a qualquer momento. - faça brincadeiras de transformação junto com a criança: uma farinha que vira mingau. Uma aveia que vira um biscoito. - brinque de achar brinquedos dentro de uma caixa com grãos. Use meias para brincar para fazer fantoches. - brinque de faz de conta simulando alimentar bonecos, fazendo comidinhas sensoriais.
3-"Alimente os olhos". -Muitas crianças com dificuldade na sensibilidade tátil começam a explorar os alimentos pelos olhos. Podendo ser uma forma de acomodação ao estímulo tátil. -crie bons hábitos alimentares com a família que a criança possa ver o modelo das outras pessoas. -mostre a preparação dos alimentos. De qual fruta se faz o suco? -faça combinações divertidas dos alimentos para deixar a refeição convidativa. Para alguns pode ser interessante os alimentos de cores contrastantes. Pesquise e experimente.
4- "Respeite o tempo" -sempre comece pelo que a criança gosta e consegue suportar. Se no começo ela só conseguir olhar e não tocar, respeite. -ou se for preciso deixe comer os alimentos separados e em quantidade menor. -para alguns é necessário um tempo maior e um certo modo para conseguir processar as informações. -valorize sempre os mínimos progressos. Eles podem aumentar!
5- "Prepare a boca" -antes das refeições, se for possível, estimule brincadeiras orais com cantigas e expressões faciais diferentes -ofereça bolinhas de sabão, apitos ou outros brinquedos de sopro -se a criança permitir faça toques com pressão na região oral -use vibradores orais em contexto de brincadeira.
6- " Prepare para as mudanças" -coloque algum elemento novo naquela brincadeira conhecida, de acordo com o nível e faixa etária da criança. Quanto mais ela aprender a se adaptar às diferenças mais terá recursos internos para amadurecer a auto-regulação.
7- " Prepare o ambiente" -a partir do perfil sensorial da criança faça as acomodações necessárias ao ambiente para evitar momentos de desorganização. -apresente cartelas visuais preparando a sequência da rotina. Elas ajudam a muitas crianças a preverem o que vai acontecer e acomodar uma possível ansiedade. -deixe o ambiente tranquilo. Preste atenção ao que a criança não gosta além da comida. Por exemplo, para crianças que se incomodam com barulho alto não ligue o liquidificador no momento da refeição.
8- " Ritualize" -deixe sempre definido a hora, duração e local da refeição. Que seja de preferência sentado à mesa, com os pés apoiados. Evite ligar a TV ou aparelho eletrônico. -coloque regras claras. Principalmente quanto ao item de qualidade alimentar. Procure não oferecer líquido antes da refeição e nem guloseimas substituindo a refeição para não interferir no apetite.
9- "Valorize a independência " -incentive a participação ativa da criança mesmo que seja possível só em curtos períodos. Tente favorecer a imagem e sensação do movimento de alimentar-se sozinha, fazendo junto com ela e organizando a ação.
10- " Prepare-se". Não é fácil para algumas famílias. Busque em você uma atitude de auto conhecimento e aceitação do que for possível. Ao mesmo tempo alimente o vigor para continuar os desafios. Reserve um tempo para cuidar de você também. Lembre-se: cada momento lúdico e de prazer é um passo para a autonomia, para qualquer um, no nível que puder ser!
Fonte: http://terapiaocupacional-bethprado.blogspot.com/2013/08/10-dicas-para-ajudar-no-processamento.html
sexta-feira, 13 de março de 2020
quinta-feira, 12 de março de 2020
TRABALHANDO COM O NOME PRÓPRIO
O nome próprio de uma criança é seu marco de identificação e, por isso, é tão valorizado por ela. É por esse motivo que este trabalho gera uma relação de identidade da criança com a escrita.
O objetivo maior do trabalho com a escrita do nome é fazer com que cada um se reconheça como um sujeito importante que possui um nome que é só seu, além de propiciar um inicio de alfabetização, afinal de contas estão aprendendo as letras de seu nome e estabelecendo relações com letras de outros nomes ou palavras do dia a dia.
PAREAMENTO
(RECORTAR E COLAR NA FOLHA DE CIMA)
terça-feira, 10 de março de 2020
quarta-feira, 4 de março de 2020
terça-feira, 3 de março de 2020
segunda-feira, 2 de março de 2020
ATIVIDADES PARA IMPRIMIR
VAMOS SUGERIR ALGUMAS ATIVIDADES PARA IMPRIMIR. O QUE NÃO CRIARMOS, OS CRÉDITOS ESTARÃO NA IMAGEM. ALGUMAS SÃO TIRADAS DA INTERNET.
ATIVIDADE QUEM É?
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