Sugerimos os materiais necessários para a confecção do brinquedo, como brincar e os objetivos. É claro que poderão ser feitas adaptações, de acordo com os objetos disponíveis, as condições de realização e as necessidades identificadas pelo educador.
BEM-VINDOS
INICIO DE CONVERSA
terça-feira, 8 de setembro de 2020
sexta-feira, 3 de julho de 2020
sexta-feira, 5 de junho de 2020
JOGOS ON LINE NA QUARENTENA
Vocês conhecem o site BRINCANDO COM ARIÊ?
Além de ser uma graça, ajuda seus pequenos a desenvolver várias habilidades!
http://brincandocomarie.com.br/jogos/http://brincandocomarie.com.br/jogos/
Vai lá conferir!
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domingo, 19 de abril de 2020
PESCANDO TAMPINHAS
Exercício da Motricidade, Linguagem e Matemática.
O que podemos observar:
Coordenação visual e motora.
A firmeza com que a criança segura a peneira.
Cores (nomear, agrupar as cores iguais, ...)
Noção de quantidade.
Tamanho das tampinhas (maior, menor).
Entendimento com relação às regras da brincadeira.
quinta-feira, 16 de abril de 2020
Música pra trabalhar o nome
Essa canção uso sempre para trabalhar o nome. Os alunos adorammmm e se divertem!
Se vc não conhece, vem escutar!!!
quinta-feira, 26 de março de 2020
ALIMENTE OS ANIMAIS
VOCÊ IRÁ PRECISAR DE UMA CAIXA (TIPO SUCRILHOS). COLE UM ANIMAL NA FRENTE E VAZE A BOQUINHA. RECORTE OS ALIMENTOS.
AÍ É SÓ SE DIVERTIR...
segunda-feira, 23 de março de 2020
domingo, 15 de março de 2020
sábado, 14 de março de 2020
10 DICAS PARA AJUDAR NO PROCESSAMENTO SENSORIAL EM CRIANÇAS COM SELETIVIDADE E RECUSA ALIMENTAR
10 DICAS PARA AJUDAR NO PROCESSAMENTO SENSORIAL EM CRIANÇAS COM SELETIVIDADE E RECUSA ALIMENTAR
por Ana Elizabeth Prado Crefito 3/1670 TO
Para compreender melhor leia o post Crianças com seletividade e recusa alimentar - uma questão de processamento sensorial Estas dicas servem para qualquer criança que apresente sinais de Disfunção de Processamento Sensorial.
1-"Alimente o corpo" . -valorize a experimentação do corpo todo integrado aos sentidos vestibular, proprioceptivo, visual e auditivo de maneira criteriosa. Isto faz parte do programa da terapia de integração sensorial e deve ser orientado para a família seguir a "dieta sensorial" necessária para cada criança. -ofereça todo dia brincadeiras sensoriais que convidem a criança a explorar seu corpo e o ambiente de várias maneiras para conhecer e ampliar seu repertório sensorial.
2-"Mexa com as mãos". Um caminho para chegar à boca Favoreça momentos lúdicos prazerosos de exploração tátil com diversos materiais, comestíveis ou não. - massinha, argila, tinta. Papéis e tecidos com texturas diferentes que podem estar no ambiente e revestindo objetos que a criança usa no cotidiano - farinhas, grãos, sementes, gelatina, mingaus coloridos, frutas. Mexer em alimentos secos e molhados, sólidos e pastosos, podendo fazer "melecas", de acordo com as possibilidades da criança. Mas tenha por perto um pano se ela quiser se limpar a qualquer momento. - faça brincadeiras de transformação junto com a criança: uma farinha que vira mingau. Uma aveia que vira um biscoito. - brinque de achar brinquedos dentro de uma caixa com grãos. Use meias para brincar para fazer fantoches. - brinque de faz de conta simulando alimentar bonecos, fazendo comidinhas sensoriais.
3-"Alimente os olhos". -Muitas crianças com dificuldade na sensibilidade tátil começam a explorar os alimentos pelos olhos. Podendo ser uma forma de acomodação ao estímulo tátil. -crie bons hábitos alimentares com a família que a criança possa ver o modelo das outras pessoas. -mostre a preparação dos alimentos. De qual fruta se faz o suco? -faça combinações divertidas dos alimentos para deixar a refeição convidativa. Para alguns pode ser interessante os alimentos de cores contrastantes. Pesquise e experimente.
4- "Respeite o tempo" -sempre comece pelo que a criança gosta e consegue suportar. Se no começo ela só conseguir olhar e não tocar, respeite. -ou se for preciso deixe comer os alimentos separados e em quantidade menor. -para alguns é necessário um tempo maior e um certo modo para conseguir processar as informações. -valorize sempre os mínimos progressos. Eles podem aumentar!
5- "Prepare a boca" -antes das refeições, se for possível, estimule brincadeiras orais com cantigas e expressões faciais diferentes -ofereça bolinhas de sabão, apitos ou outros brinquedos de sopro -se a criança permitir faça toques com pressão na região oral -use vibradores orais em contexto de brincadeira.
6- " Prepare para as mudanças" -coloque algum elemento novo naquela brincadeira conhecida, de acordo com o nível e faixa etária da criança. Quanto mais ela aprender a se adaptar às diferenças mais terá recursos internos para amadurecer a auto-regulação.
7- " Prepare o ambiente" -a partir do perfil sensorial da criança faça as acomodações necessárias ao ambiente para evitar momentos de desorganização. -apresente cartelas visuais preparando a sequência da rotina. Elas ajudam a muitas crianças a preverem o que vai acontecer e acomodar uma possível ansiedade. -deixe o ambiente tranquilo. Preste atenção ao que a criança não gosta além da comida. Por exemplo, para crianças que se incomodam com barulho alto não ligue o liquidificador no momento da refeição.
8- " Ritualize" -deixe sempre definido a hora, duração e local da refeição. Que seja de preferência sentado à mesa, com os pés apoiados. Evite ligar a TV ou aparelho eletrônico. -coloque regras claras. Principalmente quanto ao item de qualidade alimentar. Procure não oferecer líquido antes da refeição e nem guloseimas substituindo a refeição para não interferir no apetite.
9- "Valorize a independência " -incentive a participação ativa da criança mesmo que seja possível só em curtos períodos. Tente favorecer a imagem e sensação do movimento de alimentar-se sozinha, fazendo junto com ela e organizando a ação.
10- " Prepare-se". Não é fácil para algumas famílias. Busque em você uma atitude de auto conhecimento e aceitação do que for possível. Ao mesmo tempo alimente o vigor para continuar os desafios. Reserve um tempo para cuidar de você também. Lembre-se: cada momento lúdico e de prazer é um passo para a autonomia, para qualquer um, no nível que puder ser!
Fonte: http://terapiaocupacional-bethprado.blogspot.com/2013/08/10-dicas-para-ajudar-no-processamento.html
por Ana Elizabeth Prado Crefito 3/1670 TO
Para compreender melhor leia o post Crianças com seletividade e recusa alimentar - uma questão de processamento sensorial Estas dicas servem para qualquer criança que apresente sinais de Disfunção de Processamento Sensorial.
1-"Alimente o corpo" . -valorize a experimentação do corpo todo integrado aos sentidos vestibular, proprioceptivo, visual e auditivo de maneira criteriosa. Isto faz parte do programa da terapia de integração sensorial e deve ser orientado para a família seguir a "dieta sensorial" necessária para cada criança. -ofereça todo dia brincadeiras sensoriais que convidem a criança a explorar seu corpo e o ambiente de várias maneiras para conhecer e ampliar seu repertório sensorial.
2-"Mexa com as mãos". Um caminho para chegar à boca Favoreça momentos lúdicos prazerosos de exploração tátil com diversos materiais, comestíveis ou não. - massinha, argila, tinta. Papéis e tecidos com texturas diferentes que podem estar no ambiente e revestindo objetos que a criança usa no cotidiano - farinhas, grãos, sementes, gelatina, mingaus coloridos, frutas. Mexer em alimentos secos e molhados, sólidos e pastosos, podendo fazer "melecas", de acordo com as possibilidades da criança. Mas tenha por perto um pano se ela quiser se limpar a qualquer momento. - faça brincadeiras de transformação junto com a criança: uma farinha que vira mingau. Uma aveia que vira um biscoito. - brinque de achar brinquedos dentro de uma caixa com grãos. Use meias para brincar para fazer fantoches. - brinque de faz de conta simulando alimentar bonecos, fazendo comidinhas sensoriais.
3-"Alimente os olhos". -Muitas crianças com dificuldade na sensibilidade tátil começam a explorar os alimentos pelos olhos. Podendo ser uma forma de acomodação ao estímulo tátil. -crie bons hábitos alimentares com a família que a criança possa ver o modelo das outras pessoas. -mostre a preparação dos alimentos. De qual fruta se faz o suco? -faça combinações divertidas dos alimentos para deixar a refeição convidativa. Para alguns pode ser interessante os alimentos de cores contrastantes. Pesquise e experimente.
4- "Respeite o tempo" -sempre comece pelo que a criança gosta e consegue suportar. Se no começo ela só conseguir olhar e não tocar, respeite. -ou se for preciso deixe comer os alimentos separados e em quantidade menor. -para alguns é necessário um tempo maior e um certo modo para conseguir processar as informações. -valorize sempre os mínimos progressos. Eles podem aumentar!
5- "Prepare a boca" -antes das refeições, se for possível, estimule brincadeiras orais com cantigas e expressões faciais diferentes -ofereça bolinhas de sabão, apitos ou outros brinquedos de sopro -se a criança permitir faça toques com pressão na região oral -use vibradores orais em contexto de brincadeira.
6- " Prepare para as mudanças" -coloque algum elemento novo naquela brincadeira conhecida, de acordo com o nível e faixa etária da criança. Quanto mais ela aprender a se adaptar às diferenças mais terá recursos internos para amadurecer a auto-regulação.
7- " Prepare o ambiente" -a partir do perfil sensorial da criança faça as acomodações necessárias ao ambiente para evitar momentos de desorganização. -apresente cartelas visuais preparando a sequência da rotina. Elas ajudam a muitas crianças a preverem o que vai acontecer e acomodar uma possível ansiedade. -deixe o ambiente tranquilo. Preste atenção ao que a criança não gosta além da comida. Por exemplo, para crianças que se incomodam com barulho alto não ligue o liquidificador no momento da refeição.
8- " Ritualize" -deixe sempre definido a hora, duração e local da refeição. Que seja de preferência sentado à mesa, com os pés apoiados. Evite ligar a TV ou aparelho eletrônico. -coloque regras claras. Principalmente quanto ao item de qualidade alimentar. Procure não oferecer líquido antes da refeição e nem guloseimas substituindo a refeição para não interferir no apetite.
9- "Valorize a independência " -incentive a participação ativa da criança mesmo que seja possível só em curtos períodos. Tente favorecer a imagem e sensação do movimento de alimentar-se sozinha, fazendo junto com ela e organizando a ação.
10- " Prepare-se". Não é fácil para algumas famílias. Busque em você uma atitude de auto conhecimento e aceitação do que for possível. Ao mesmo tempo alimente o vigor para continuar os desafios. Reserve um tempo para cuidar de você também. Lembre-se: cada momento lúdico e de prazer é um passo para a autonomia, para qualquer um, no nível que puder ser!
Fonte: http://terapiaocupacional-bethprado.blogspot.com/2013/08/10-dicas-para-ajudar-no-processamento.html
sexta-feira, 13 de março de 2020
quinta-feira, 12 de março de 2020
TRABALHANDO COM O NOME PRÓPRIO
O nome próprio de uma criança é seu marco de identificação e, por isso, é tão valorizado por ela. É por esse motivo que este trabalho gera uma relação de identidade da criança com a escrita.
O objetivo maior do trabalho com a escrita do nome é fazer com que cada um se reconheça como um sujeito importante que possui um nome que é só seu, além de propiciar um inicio de alfabetização, afinal de contas estão aprendendo as letras de seu nome e estabelecendo relações com letras de outros nomes ou palavras do dia a dia.
PAREAMENTO
(RECORTAR E COLAR NA FOLHA DE CIMA)
terça-feira, 10 de março de 2020
quarta-feira, 4 de março de 2020
terça-feira, 3 de março de 2020
segunda-feira, 2 de março de 2020
ATIVIDADES PARA IMPRIMIR
VAMOS SUGERIR ALGUMAS ATIVIDADES PARA IMPRIMIR. O QUE NÃO CRIARMOS, OS CRÉDITOS ESTARÃO NA IMAGEM. ALGUMAS SÃO TIRADAS DA INTERNET.
ATIVIDADE QUEM É?
sábado, 29 de fevereiro de 2020
Mitos e Verdades a respeito do autismo.
Mitos
e Verdades a respeito do autismo.
Nestes anos de luta, vi muita coisa errada sobre o autismo, algumas me levaram a atitudes que hoje sei serem inadequadas.Muitas desinformações nos levam a problemas emocionais, a dificuldades mil que podem e devem ser evitadas.
O MITO: Os autistas têm mundo próprio
A VERDADE: Os autistas têm dificuldades de comunicação, mas mundo próprio de jeito nenhum. O duro é que se comunicar é difícil para eles, nós não entendemos, acaba nossa paciência e os conflitos vêm.
Ensiná-los a se comunicar pode ser difícil, mas acaba com estes conflitos.
O MITO: Os autistas são super inteligentes
A VERDADE; Assim como as pessoas normais, os autistas tem variações de inteligência se comparados um ao outro. Podem apresentar nível de deficiência intelectual.
O MITO: Os autistas não gostam de carinho
A VERDADE: Todos gostam de carinho, com os autistas não é diferente. Acontece que alguns têm dificuldades com relação a sensação tátil, podem sentir sufocados com um abraço por exemplo. Nestes casos deve-se ir aos poucos, querer um abraço eles querem, a questão é entender as sensações. Procure avisar antes que vai abraçá-lo, prepare-o primeiro por assim dizer. Com o tempo esta fase será dispensada. O carinho faz bem para eles como faz para nós.
O MITO: Os autistas gostam de ficar sozinhos.
A VERDADE: Os autistas gostam de estar com os outros, principalmente sentir-se bem com as pessoas, mesmo que não participem, gostam de estar perto dos outros. Podem as vezes estranhar quando o barulho for excessivo, ou gritar em sinal de satisfação, quando seus gritos não são compreendidos, muitas vezes pensamos que não estão gostando. Tente interpretar seus gritos.
O MITO: Eles são assim por causa da mãe ou porque não são
amados.
A VERDADE: O autismo é um distúrbio neurológico, pode acontecer em qualquer família, religião etc. A maior parte das famílias em todo o mundo tendem a mimá-los e superprotegê-los, são muito amados, a teoria da mãe geladeira foi criada por ignorância, no início do século passado e já foi por terra pouco tempo depois, é um absurdo sem nexo.
O MITO: Os autistas não gostam das pessoas
A VERDADE: Os autistas amam sim, só que nem sempre sabem demonstrar isto. Os problemas e dificuldades de comunicação deles os impedem de ser tão carinhosos ou expressivos, mas acredite que mesmo quietinho, no canto deles, eles amam sim, sentem sim, até mais que do que os outros.
A VERDADE: O autismo é um distúrbio neurológico, pode acontecer em qualquer família, religião etc. A maior parte das famílias em todo o mundo tendem a mimá-los e superprotegê-los, são muito amados, a teoria da mãe geladeira foi criada por ignorância, no início do século passado e já foi por terra pouco tempo depois, é um absurdo sem nexo.
O MITO: Os autistas não gostam das pessoas
A VERDADE: Os autistas amam sim, só que nem sempre sabem demonstrar isto. Os problemas e dificuldades de comunicação deles os impedem de ser tão carinhosos ou expressivos, mas acredite que mesmo quietinho, no canto deles, eles amam sim, sentem sim, até mais que do que os outros.
O MITO: Os autistas não entendem nada do que está acontecendo.
A VERDADE: Os autistas podem estar entendendo sim, nossa medida de entendimento se dá pela fala, logo se a pessoa não fala, acreditamos não estar entendendo, mas assim como qualquer criança que achamos não estar prestando atenção, não estar entendendo, de repente a criança vem com uma tirada qualquer e vemos que ela não perdeu nada do que se falou, o autista só tem a desvantagem de não poder falar. Pense bem antes de falar algo perto deles.
O MITO: O certo é interná-lo, afinal numa instituição saberão como cuidá-lo
A VERDADE: Toda a criança precisa do amor de sua família, a instituição pode ter terapeutas, médicos, mas o autista precisa mais do que isto, precisa de amor, de todo o amor que uma família pode dar, as terapias fazem parte, uma mãe, um pai ou alguém levá-lo e trazê-lo também.
A VERDADE: Os autistas podem estar entendendo sim, nossa medida de entendimento se dá pela fala, logo se a pessoa não fala, acreditamos não estar entendendo, mas assim como qualquer criança que achamos não estar prestando atenção, não estar entendendo, de repente a criança vem com uma tirada qualquer e vemos que ela não perdeu nada do que se falou, o autista só tem a desvantagem de não poder falar. Pense bem antes de falar algo perto deles.
O MITO: O certo é interná-lo, afinal numa instituição saberão como cuidá-lo
A VERDADE: Toda a criança precisa do amor de sua família, a instituição pode ter terapeutas, médicos, mas o autista precisa mais do que isto, precisa de amor, de todo o amor que uma família pode dar, as terapias fazem parte, uma mãe, um pai ou alguém levá-lo e trazê-lo também.
O MITO: Ele grita,
esperneia porque é mal educado
A VERDADE: O autista não sabe se comunicar, tem medos, tem dificuldades com o novo, prefere a segurança da rotina, então um caminho novo, a saída de um brinquedo leva-os a tentar uma desesperada comunicação, e usam a que sabem melhor, gritar e espernear. Nós sabemos que isto não é certo, mas nos irritamos, nos preocupamos com olhares dos outros, as vezes até ouvimos aqueles que dizem que a criança precisa apanhar, mas nada disto é necessário.
Esta fase de gritar e espernear passa, é duro, mas passa. Mesmo que pareça que ele não entenda, diga antes de sair que vai por ali, por aqui etc., e seja firme em suas decisões. Não ligue para os olhares dos outros, você tem mais o que fazer. Não bata na criança, isto não ajudará em nada, nem a você e nem a ele. Diga com firmeza que precisa ir embora, por exemplo, e mantenha-se firme por fora, por mais difícil que seja.
A VERDADE: O autista não sabe se comunicar, tem medos, tem dificuldades com o novo, prefere a segurança da rotina, então um caminho novo, a saída de um brinquedo leva-os a tentar uma desesperada comunicação, e usam a que sabem melhor, gritar e espernear. Nós sabemos que isto não é certo, mas nos irritamos, nos preocupamos com olhares dos outros, as vezes até ouvimos aqueles que dizem que a criança precisa apanhar, mas nada disto é necessário.
Esta fase de gritar e espernear passa, é duro, mas passa. Mesmo que pareça que ele não entenda, diga antes de sair que vai por ali, por aqui etc., e seja firme em suas decisões. Não ligue para os olhares dos outros, você tem mais o que fazer. Não bata na criança, isto não ajudará em nada, nem a você e nem a ele. Diga com firmeza que precisa ir embora, por exemplo, e mantenha-se firme por fora, por mais difícil que seja.
1.
Sobre autismo:
–
Autismo e transtornos invasivos do desenvolvimento: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-44462006000500001&lng=en&nrm=iso&tlng=pt
–
Centro Pró-Autista (SP): http://centroproautista.org.br/portal/?area=2
–
Inspirados pelo Autismo: http://www.inspiradospeloautismo.com.br/
–
Autismo e Inclusão: http://topicosemautismoeinclusao.blogspot.com/
–
Centros de Atendimento (por Estado): http://www.autismo-br.com.br/home/Centros.htm
– Cartilha “Direitos das Pessoas com
Autismo: http://www.defensoria.sp.gov.br/dpesp/repositorio/34/figuras/DireitosPessoasAutismo_Leitura.pdf
2.
Conheça um pouco da vida dos autistas e suas famílias:
–
Viagem de mãe: http://viagem-de-mae.blogspot.com/
–
Descobrir-se autista: http://descobrirseautista.blogspot.com/
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020
CANTANDO E SE MOVIMENTANDO
ESSES VÍDEOS SÃO OS MEUS PREFERIDOS... PRA CANTAR E DANÇAR!!!
VEM BRINCAR!!!
CARAMUJO E SAÚVA
PULA PULA
domingo, 23 de fevereiro de 2020
sábado, 22 de fevereiro de 2020
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020
TENHO UM ALUNO AUTISTA… O QUE FAÇO?
Como atingir esse aluno? O que fazer com ele em sala da aula? Como
dou aula para a classe e para ele? São muitos os questionamentos sobre o
assunto, portanto decidi numerar algumas dicas para ajudar!
Seja específico e procure pedir coisas para o autista em ordem, em
sequência de ações.
- Procure
não aumentar sua linguagem! Seja muito específico, simples e concreto. Se
vai sair com os alunos para o parque, por exemplo, diga em sequência
“Guarde os lápis, feche o caderno e faça fila. Vamos ao parque”. Procure
não aumentar a fala, dizendo, por exemplo, “Olha só que dia lindo! Já está
na hora de parar um pouco a lição. Quero que todo mundo feche os livros e
faça fila para irmos ao parque!” Se falar tanto assim, seu aluno autista
certamente ficará confuso.
- Deixe
as regras sociais específicas para o aluno, explique sobre esperar a vez e
como é adequado ter uma distância do colega, socialmente, por exemplo.
- Não
proponha escolhas com muitas opções. Limite-se a lhe dar no máximo duas ou
três opções de escolha nas atividades.
- Se
você pedir algo ao aluno e ele não parecer reagir, reformule seu pedido ou
pergunta. Uma outra dica é perguntar ao aluno “O que eu disse agora?”
- Não
use linguagem figurada, sarcasmo ou outros vícios de linguagem, pois
crianças com autismo não compreendem esse tipo de recurso. Tudo para eles
é muito literal. Se você disser, por exemplo, “Passem zíper na boca,
agora” para pedir silêncio, seu aluno irá ficar confuso, perguntando-se
como poderia fazer isso.
- A
rotina do aluno deve ser fixa. Ajuda muito que ele consiga se organizar
mais autonomamente.
- Autistas
têm dificuldade em identificar início e fim. É recomendável que o
professor deixe claro por meio de referências. Se deseja, por exemplo, a
sala limpa depois de um recorte, mostre uma figura ou aponte para uma mesa
de aluno que já tenha retirado os recortes de cima dela. Eles são
extremamente visuais!
- Fale
diretamente com o aluno. Mesmo que tenha dado uma instrução para a turma,
talvez o aluno não perceba que ele está incluído. Ao final, apenas chame-o
pelo nome e repita a instrução objetivamente.
- Evite
os super estímulos. Quanto menos estímulos visuais na sala, melhor seu
aluno poderá se focar e se concentrar. Paredes coloridas podem ser
péssimas para alguns autistas. Alguns outros podem ainda se mostrar
incomodados com o barulho.
- Se
você conseguir unir a lição à interesses particulares, certamente
conseguirá também bons resultados.
- Evite
inserir o aluno com autismo em brincadeiras mais sociais que ele possa não
entender, não gostar ou se sentir deslocado. Isso pode provocar raiva ou
fúria. Prefira grupos menores e com alunos com os quais o aluno se sinta
confortável.
Fonte:
http://professorajanainaspolidorio.com/tenho-um-aluno-autista-o-que-faco/
MÚSICAS PARA EXPRESSÃO CORPORAL
Se tem uma coisa que criança gosta é de música e dançar!
Vou postando para vocês músicas que trabalho com meus alunos e realmente eles adoram!!!
Espero que vocês curtam também!!!😉
A CASA DO ZÉ
CÃO AMIGO
CARAMUJO E SAÚVA
O
que é o Autismo?
O diagnóstico do distúrbio,
que cientificamente é chamado Transtorno do Espectro Autista (TEA), costuma
ocorrer na infância, quando a criança apresenta as primeiras manifestações em
seu desenvolvimento. Segundo dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças
(CDC), dos Estados Unidos, uma a cada 59 crianças tem algum tipo de TEA. Mas o
transtorno ainda confunde pais e desperta estigmas e preconceitos.
Veja o que você precisa
saber sobre o autismo:
O
que é?
O Transtorno do Espectro
Autista (TEA) é uma condição marcada principalmente pela dificuldade de se comunicar
e interagir socialmente. Não há somente um tipo de autismo, mas várias nuances,
e cada indivíduo apresenta desafios específicos.
O
que causa?
Não se sabe ao certo. Pode
ter influência genética, mas a interação dos genes com o ambiente também tem
sua participação no desenvolvimento do TEA, como no caso de infecções no
pré-natal. Entre fatores de risco para o autismo estão ter parentes com o
transtorno, pais mais velhos, uso de certos remédios durante a gravidez, ter
nascido abaixo do peso e algumas condições genéticas, como "Síndrome do X
Frágil". Ao contrário do que falam grupos antivacina, não há relação entre
a vacinação e o desenvolvimento do transtorno.
Quem
afeta?
Embora possa acometer
pessoas de qualquer gênero, etnia ou classe social, os homens são
diagnosticados com mais frequência - há quatro meninos com o espectro do autismo
para cada menina, segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças.
Quais
os sintomas?
O autismo geralmente tem
como sintomas alterações na socialização, linguagem, comportamento e fala. Entre
eles, estão a dificuldade em se comunicar, padrões de comportamento repetitivos
e restritivos, isolamento, dificuldade em falar dos próprios sentimentos ou entender
os dos outros, falta de interesse nas pessoas, dificuldade em se adaptar a
mudanças na rotina, evitar contato visual, reações incomuns a cheiros e outras percepções
sensoriais e não responder ao ser chamado. Indivíduos com TEA também podem ter
bastante atenção aos detalhes e se desenvolver excepcionalmente bem em áreas
específicas que lhes interessam.
Há
tratamento?
O tratamento adequado varia
de indivíduo para indivíduo e de acordo com o tipo de transtorno apresentado
pelo paciente. Em geral, envolve acompanhamento de terapeuta ocupacional,
psicólogo e fonoaudiólogo. Não há remédio para o autismo, mas alguns medicamentos
podem ser prescritos para amenizar os sintomas do transtorno, como insônia e
inquietação, e o diagnóstico precoce ajuda a pessoa a se adaptar ao cotidiano. Fonte
https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2019/04/entenda-o-que-voce-precisa-saber-sobre-o-autismo.html
O autismo é uma síndrome
multifatorial e seus sintomas aparecem no comportamento das crianças. Esse
tratamento é multidisciplinar, onde família, escola, terapeutas e médicos estão
alinhados para dar o melhor tratamento a essa criança. Seguem alguns termos específicos:
Birra- A
criança quer algo e você não dá a ela, por isso chora. Caso você dê, ela se
acalma.
Crise -
Mesmo você dando o objeto, após crise de choro, a criança não se acalma.
(Pergunte a mãe oque fazer nesses casos.).
Brincar
com função - O carrinho anda, girando suas rodinhas no chão com o
auxilio da criança, certo? Ela dá a função correta, de rolar o carrinho ou
somente utiliza uma parte do brinquedo, as rodinhas, por exemplo.
Participação
nas atividades- Ela só estava inserida na rodinha ou
cantou, bateu palmas e trocou sorrisos e olhares? Estar junto não é participar. Interação com a turma: Houve troca de
brinquedos, olhares, intenção de se comunicar, troca de sorrisos...
Estereotipias:
Mas o que pode parecer sem sentido para as pessoas neurotípicas (que não
possuem transtornos mentais), é na verdade um comportamento que faz parte da
vida no espectro autista, chamado de “estereotipia”. Este é o termo médico para
ações repetitivas ou ritualísticas vindas do movimento, da postura ou da fala.
(fonte https://autismoerealidade.org.br/2019/09/12/o-que-sao-as-estereotipias/).
Interesse
Restrito no Hiperfoco: Basicamente, o hiperfoco é uma forma
intensa de concentração em um mesmo tema, tópico ou tarefa. Em pessoas com TEA,
o hiperfoco acaba fazendo parte da categoria de padrões comportamentais
restritos e repetitivos e está presente nos critérios diagnóstico do
transtorno. Sabemos que o cérebro de um autista funciona de maneira diferente
por ser um cérebro hiperexcitado. Um padrão repetitivo de comportamento de uma
pessoa com TEA é, na verdade, uma tentativa de organizar o seu funcionamento
cerebral. (http://superspectro.com.br/especialista-responde/o-que-e-hiperfoco-em-pessoas-do-espectro-autista).
Comportamentos
Inadequados - Birras, ataques de raiva e comportamentos
agressivos, são o que chamamos de comportamentos inadequados e ocorrem por
algum motivo, ás vezes, óbvio. Outras vezes, temos que bancar os detetives. Na maioria
das vezes, os motivos para as birras podem ser um ou uma combinação dos seguintes
fatores: Querer fazer ou ter algo que proíbem, Não querer fazer alguma coisa,
Tédio ou frustração, medo, provocar alguma reação do ambiente e das pessoas
nele presente. (http://mundodapsi.com/dicas-de-como-lidar-com-os-comportamentos-inadequados)
Precisou
sair da sala para se organizar - Nem sempre que seu aluno
autista estiver se comportando de maneira agitada ou inadequada você deve
retira-lo da sala para dar uma volta ou ficar a toa. Isso para ele na verdade é
um ganho e só reforça esse comportamento, aumentam as chances dele acontecer novamente.
Porém em casos que a criança esta sobrecarregada sensorialmente (pergunte ao responsável
quais sinais aumentam essa sobrecarga e como ajudar) pode ser que necessite de
um tempo para respirar e se reorganizar.
@MaternidadeAzul.Autismo -
Distribuição Gratuita - Proibida Comercialização
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020
terça-feira, 18 de fevereiro de 2020
CORRIDA
DE CORES
O objetivo do jogo é percorrer as casas do
tabuleiro até o final. O Corrida de Cores estimula a atenção, a concentração, a
preensão, a noção espacial, o conhecimento de números, a contagem e a interação
social. Pode-se brincar com 2 a 5 participantes.
Materiais
Bandeja de ovos;
Tampinha coloridas;
Papel grosso;
E.V.A. para os bichinhos dos peões;
Canetinhas.
Passo a passo
1. Para fazer o tabuleiro, pinte as pontas ou o fundo dos
buracos da bandeja de ovos, formando filas de cores diferentes.
2. Se quiser um tabuleiro maior, use mais de uma bandeja.
3. Faça um dado de mais ou menos 5 cm x 5 cm (use uma folha de
21 cm de comprimento por 17 cm de largura ). Com a canetinha, pinte as laterais
dos dados.
as com deficiência visual, cole uma textura
e ajude-a na leitura do dado.
Brincadeira
1. Cada participante escolhe uma cor de tampinha para ser o seu
peão.
2. Determinar quem irá começar a brincadeira.
3. O primeiro participante joga o dado para saber se poderá
mover seu peão.
4. Se cair na cor de seu peão anda uma casa.
5. O participante ao seu lado direito dará sequência ao jogo e
assim por diante.
6. O jogo termina quando um dos peões chegar ao fim do
tabuleiro.
Confeccionado pelos alunos do 5º ano
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